Conselho de Amiga
Não pretendo ser literária ou cômica hoje.
Se isto acontecer, desculpem-me. É a força do hábito.
Hoje, proponho-me a dar conselhos, mesmo sendo consciente da existência do dito “se conselho fosse bom, não se dava, vendia-se”. Mas, ainda assim, prefiro me arriscar a nem ao menos tentar.
Não, eu não sou corajosa.
A verdade, é que eu estou tentando ser. Porém, não é uma ação que me torna “destemida”. Não quero ser corajosa por alguns segundos, mas, sempre. E para isso, é preciso de um conjunto de ações.
Entretanto, eu estou tentando.
Isso mesmo, T-E-N-T-A-N-D-O.
Hoje mesmo, agora.
E você, devia fazer o mesmo. Afinal, para que esperar até segunda para começar aquela dieta? Segunda-feira nem ao menos é o primeiro dia da semana... É o segundo. Como o próprio vocábulo já deixa implícito.
Mas, quem precisa de lógica em uma hora dessas?
Ou, de razões?
Ou, de cálculos matemáticos para poder realizar uma mudança de pensamento, de hábito, de atitude, de guarda-roupa ou de qualquer outra coisa?
O que na realidade necessitamos, é de: levantar e sacudir a poeira.
E como dizem muitos por aí, correr atrás (ou na frente, tanto faz), daquilo que objetivamos.
Eu não mencionei o ato de correr porque não tenho pressa e também, porque não acredito que precisamos correr para conseguir o que queremos. Afinal, a pressa é inimiga da perfeição, não é mesmo? E também, ninguém muda para da noite para o dia. Portanto, pequenas, constantes, diárias e no nosso próprio ritmo devem ser as nossas mudanças.
Não importa quanto tempo isso leve. Temos todo o tempo do mundo. O que não temos, é a sabedoria de como utilizar esse tempo.
E falando nisso, eu estou mesmo tentando ser mais organizada.
Tentando deixar de culpar o despertador e a rotina.
Tentando deixar de reclamar para passar a aproveitar mais.
Você deveria fazer o mesmo.
Mas, primeiramente, é fundamental se conscientizar que, livros de auto-ajuda e músicas inspiradoras sobre o tema só animam o espírito. Para conseguir mudar algo de verdade mesmo, primeiro você tem que partir do desejo de querer mudar em si, e depois, tentar.
TENTAR.
Com todas as letras.
Tentar conseguir um emprego melhor, tentar esquecer alguém que era muito especial, mas, por algum motivo, não é mais, tentar fazer as pazes, tentar corrigir uma falha.
Tentar.
Sem desanimar, sem se culpar, sem usar a palavra nunca toda a vez que a tentativa não der certo.
Tentar.
Tentar aprender uma coisa nova, tentar corrigir um mau hábito, tentar desenvolver uma habilidade.
Tentar.
Algo tão simples, mas, ao mesmo tempo tão complicado.
Como todas as demais coisas que são boas para nós. Isso porque infelizmente, temos a tendência de deixar que o nosso medo enfeite demais a realidade e nos deixamos levar sempre pela interrogação “e se?”
E se eu não conseguir?
E se eu não obtiver resultados?
E se eu nunca conseguir mudar?
Só saberemos, se tentarmos, experimentarmos, praticarmos, mudarmos.
Eu decidi tentar.
Tente você também.
Mas, lembre-se: isso é só um conselho de amiga.
Você pode segui-lo ou, tentar vendê-lo.
Porque eu sei que é bom.
E você?
Se isto acontecer, desculpem-me. É a força do hábito.
Hoje, proponho-me a dar conselhos, mesmo sendo consciente da existência do dito “se conselho fosse bom, não se dava, vendia-se”. Mas, ainda assim, prefiro me arriscar a nem ao menos tentar.
Não, eu não sou corajosa.
A verdade, é que eu estou tentando ser. Porém, não é uma ação que me torna “destemida”. Não quero ser corajosa por alguns segundos, mas, sempre. E para isso, é preciso de um conjunto de ações.
Entretanto, eu estou tentando.
Isso mesmo, T-E-N-T-A-N-D-O.
Hoje mesmo, agora.
E você, devia fazer o mesmo. Afinal, para que esperar até segunda para começar aquela dieta? Segunda-feira nem ao menos é o primeiro dia da semana... É o segundo. Como o próprio vocábulo já deixa implícito.
Mas, quem precisa de lógica em uma hora dessas?
Ou, de razões?
Ou, de cálculos matemáticos para poder realizar uma mudança de pensamento, de hábito, de atitude, de guarda-roupa ou de qualquer outra coisa?
O que na realidade necessitamos, é de: levantar e sacudir a poeira.
E como dizem muitos por aí, correr atrás (ou na frente, tanto faz), daquilo que objetivamos.
Eu não mencionei o ato de correr porque não tenho pressa e também, porque não acredito que precisamos correr para conseguir o que queremos. Afinal, a pressa é inimiga da perfeição, não é mesmo? E também, ninguém muda para da noite para o dia. Portanto, pequenas, constantes, diárias e no nosso próprio ritmo devem ser as nossas mudanças.
Não importa quanto tempo isso leve. Temos todo o tempo do mundo. O que não temos, é a sabedoria de como utilizar esse tempo.
E falando nisso, eu estou mesmo tentando ser mais organizada.
Tentando deixar de culpar o despertador e a rotina.
Tentando deixar de reclamar para passar a aproveitar mais.
Você deveria fazer o mesmo.
Mas, primeiramente, é fundamental se conscientizar que, livros de auto-ajuda e músicas inspiradoras sobre o tema só animam o espírito. Para conseguir mudar algo de verdade mesmo, primeiro você tem que partir do desejo de querer mudar em si, e depois, tentar.
TENTAR.
Com todas as letras.
Tentar conseguir um emprego melhor, tentar esquecer alguém que era muito especial, mas, por algum motivo, não é mais, tentar fazer as pazes, tentar corrigir uma falha.
Tentar.
Sem desanimar, sem se culpar, sem usar a palavra nunca toda a vez que a tentativa não der certo.
Tentar.
Tentar aprender uma coisa nova, tentar corrigir um mau hábito, tentar desenvolver uma habilidade.
Tentar.
Algo tão simples, mas, ao mesmo tempo tão complicado.
Como todas as demais coisas que são boas para nós. Isso porque infelizmente, temos a tendência de deixar que o nosso medo enfeite demais a realidade e nos deixamos levar sempre pela interrogação “e se?”
E se eu não conseguir?
E se eu não obtiver resultados?
E se eu nunca conseguir mudar?
Só saberemos, se tentarmos, experimentarmos, praticarmos, mudarmos.
Eu decidi tentar.
Tente você também.
Mas, lembre-se: isso é só um conselho de amiga.
Você pode segui-lo ou, tentar vendê-lo.
Porque eu sei que é bom.
E você?
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